No início de setembro de 2026, dois emissários de confiança da administração Trump — Steve Witkoff e Jared Kushner — percorreram o caminho entre Moscou e Kiev carregando não apenas uma proposta de paz, mas o peso de uma guerra que já consumiu anos, vidas e esperanças. A diplomacia de vaivém, arte antiga de aproximar partes que não se sentam à mesma mesa, voltou ao centro do palco europeu, sinalizando que os Estados Unidos apostam em seu papel de mediador para encerrar o conflito ucraniano. O encontro terminou em clima de cautela otimista — sem acordos, sem datas, mas com portas que, por ora, p