Emirados Árabes abrem investigação sobre ataque a bordo de voo da FlyDubai

Um piloto foi esfaqueado durante o ataque; passageiros ficaram ensanguentados durante confronto, mas não há relatos de mortes.
Um piloto esfaqueou o outro e tentou derrubar o avião com todos a bordo
Descrição do primeiro-ministro Netanyahu sobre o ataque ocorrido durante voo da FlyDubai em direção a Tel Aviv.
Mark

Como é que um piloto consegue esfaquear outro durante um voo? Não há protocolos de segurança na cabine?

Mimi

A cabine de comando é um espaço fechado onde dois pilotos trabalham juntos por horas. Se um deles decide atacar o outro, há pouca defesa imediata. O que salvou o voo foi a reação rápida de passageiros e tripulação que conseguiram conter o agressor.

Luke

Mas a gente não sabe ainda exatamente como isso aconteceu. As reportagens falam que passageiros e tripulação ajudaram a conter, mas não detalham o que cada um fez ou quanto tempo levou.

Mark

E quanto à motivação? Por que um piloto faria isso?

Mimi

Ainda não está claro. Israel diz que foi uma tentativa de ataque terrorista, mas Netanyahu admitiu que é cedo para saber quem é responsável. As investigações nos Emirados e em Israel estão tentando determinar se havia planejamento ou se foi um ato isolado.

Luke

Exatamente. "Tentativa de ataque terrorista" é a classificação de Israel, mas a investigação emiradis está aberta para determinar se realmente havia intenção terrorista. São duas narrativas diferentes neste momento.

Mark

E os passageiros? Como ficaram?

Mimi

Todos os 174 estão seguros. Havia sangue, havia confronto, mas ninguém morreu. Foram desembarcados na Arábia Saudita após o pouso de emergência.

Luke

O que não sabemos é se houve ferimentos graves além do piloto que foi esfaqueado. As fotos mostram passageiros ensanguentados, mas não há detalhes sobre a extensão dos ferimentos.

  • Um copiloto esfaqueou o piloto em pleno voo e tentou derrubar a aeronave com 174 passageiros — a maioria israelenses — a bordo.
  • Passageiros e tripulantes enfrentaram o agressor a mãos nuas, impedindo o colapso do voo em meio a cenas de sangue e pânico.
  • A aeronave desviou da rota original e pousou em emergência na Arábia Saudita, garantindo a sobrevivência de todos os ocupantes.
  • Israel classificou o incidente como tentativa de ataque terrorista e colocou o Mossad à frente da investigação sobre responsabilidades.
  • Os Emirados Árabes abriram investigação formal para determinar se o ataque tinha vínculo com planejamento ou intenção terrorista.
  • Apesar da violência do confronto e das imagens chocantes que circularam nas redes, não há mortes confirmadas entre passageiros ou tripulação.

A bordo de um voo comercial entre os Emirados Árabes Unidos e Tel Aviv, na quarta-feira, 30 de setembro, um copiloto voltou sua violência contra o próprio colega de cabine, transformando uma rota rotineira em cena de crise aérea. Passageiros e tripulação intervieram para conter o agressor e salvar a aeronave, que desviou para a Arábia Saudita com 174 vidas a bordo. O episódio, classificado por Israel como tentativa de ataque terrorista, agora mobiliza investigações formais nos Emirados e a inteligência israelense, enquanto o mundo aguarda respostas sobre motivação e responsabilidade.

Na quarta-feira, 30 de setembro, um voo da FlyDubai partindo dos Emirados Árabes Unidos em direção a Tel Aviv tornou-se palco de um ataque inesperado: o copiloto esfaqueou o piloto e aparentemente tentou derrubar a aeronave. A bordo estavam 174 passageiros, 166 deles israelenses. Passageiros e tripulantes reagiram e conseguiram conter o agressor, evitando o pior. O avião desviou da rota e pousou em emergência na Arábia Saudita, onde todos desembarcaram com segurança.

Imagens que circularam nas redes sociais mostravam passageiros ensanguentados, reflexo da brutalidade do confronto. Ainda assim, não há relatos de mortes. O piloto atacado sobreviveu, assim como todos os demais a bordo.

Na quinta-feira, o procurador-geral dos Emirados Árabes anunciou a abertura de investigação formal, com foco em determinar se o ataque tinha motivação ou vínculo terrorista. Israel, por sua vez, classificou o episódio como tentativa de ataque terrorista desde o início. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu comentou o caso à Fox News, descrevendo a tentativa de derrubar o avião ao se aproximar do país, mas admitiu ser cedo para apontar responsáveis. O Mossad foi designado para liderar a apuração israelense sobre o agressor e possíveis conexões externas.

Um voo comercial saindo dos Emirados Árabes Unidos em direção a Tel Aviv transformou-se em cena de violência no ar quando um dos pilotos esfaqueou seu colega e tentou derrubar a aeronave. O incidente ocorreu na quarta-feira, 30 de setembro, a bordo de um avião da FlyDubai que transportava 174 passageiros, dos quais 166 eram israelenses. Passageiros e membros da tripulação conseguiram conter o agressor e impedir que a aeronave caísse, forçando um desvio de rota que resultou no pouso de emergência na Arábia Saudita.

O procurador-geral dos Emirados Árabes Unidos anunciou na quinta-feira a abertura de uma investigação formal sobre o ataque. A agência estatal WAM informou que a equipe de investigadores já começou a trabalhar no caso e que seu objetivo será determinar se o incidente estava vinculado a alguma atividade ou tentativa terrorista. As autoridades emiradis reconheceram a gravidade da situação e a necessidade de apuração rigorosa sobre as motivações por trás do ataque.

Israel classificou imediatamente o ocorrido como uma tentativa de ataque terrorista. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu comentou sobre o episódio ao canal americano Fox News, descrevendo como um dos pilotos esfaqueou o outro quando a aeronave se aproximava do país e aparentemente tentou derrubar o avião com todos a bordo. Netanyahu ressalvou, porém, que era muito cedo para determinar quem seria responsável pelos fatos. A agência de inteligência israelense Mossad foi colocada à frente da investigação própria que Israel iniciou sobre o ataque.

A FlyDubai confirmou que todos os 174 passageiros estavam seguros após o incidente. Imagens que circularam nas redes sociais mostravam passageiros ensanguentados, evidência do confronto que ocorreu durante o voo. Apesar da violência do ataque e da tentativa de derrubar a aeronave, não há relatos de mortes entre os passageiros ou tripulação. O piloto que foi esfaqueado sobreviveu ao ataque, assim como os demais ocupantes da aeronave.

O desvio para a Arábia Saudita permitiu que a situação fosse contida e que todos desembarcassem com segurança. Agora, tanto as autoridades dos Emirados Árabes Unidos quanto as de Israel trabalham para esclarecer as circunstâncias do ataque e determinar se havia planejamento terrorista envolvido. A investigação emiradis buscará estabelecer se houve vínculo com atividades ou intenções terroristas, enquanto Israel, através do Mossad, procura identificar responsabilidades e possíveis conexões do agressor.

Durante o voo, ao se aproximar do país, um dos pilotos esfaqueou o outro e aparentemente tentou derrubar o avião com todos a bordo
— Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ao canal Fox News
A equipe de investigação começou a trabalhar no incidente e seu trabalho determinará se este poderia estar vinculado a alguma atividade ou tentativa terrorista
— Agência estatal WAM dos Emirados Árabes Unidos
Envie de l'histoire complète ? Lire l'original sur G1 ↗
Nous contacter FAQ