No horizonte do tratamento do carcinoma hepatocelular, o estudo EMERALD-3 coloca em questão se a TACE — há décadas âncora do controle local da doença — pode ser potencializada por imunoterapia e terapia-alvo. Os dados apresentados sugerem que a combinação de STRIDE e lenvatinibe reduz em 30% o risco de progressão ou morte, estendendo a sobrevida livre de progressão de 9,8 para 13 meses em pacientes cujo fígado já carrega o peso de uma doença crônica subjacente. A pergunta que permanece aberta — e que o seguimento final deverá responder — é se esse ganho intermediário se traduzirá em mais vida,
EMERALD-3: STRIDE com lenvatinibe melhora sobrevida livre de progressão em HCC com TACE
Sete mortes relacionadas ao tratamento (2%) no braço STRIDE + lenvatinibe + TACE, incluindo dois casos de miocardite, falência hepática, linfo-histiocitose hemofagocítica e choque séptico.