Um eletricista autônomo de 64 anos afirma ter cedido seu nome a pedido de uma conhecida para figurar nos registros de uma ONG — gesto aparentemente simples que o colocou, décadas depois, no centro de investigações sobre contratos milionários com a prefeitura de São Paulo e possível falsificação de documentos. O Instituto Conhecer Brasil, dirigido pela produtora do filme sobre Jair Bolsonaro, carrega em seus arquivos assinaturas que o próprio suposto signatário não reconhece como suas. É o retrato de como favores informais podem se tornar instrumentos de estruturas muito maiores do que aquelas