Das profundezas do Pacífico equatorial emerge, mais uma vez, o El Niño — não como novidade, mas como lembrança de que o clima da Terra obedece a ritmos que antecedem a memória humana. O episódio atual, previsto para atingir intensidade muito forte até ao final de 2026 e persistir possivelmente até fevereiro de 2027, chega a um planeta já aquecido pelas emissões humanas, tornando os seus efeitos potencialmente mais severos. Secas, inundações e ondas de calor não são certezas uniformes, mas riscos que pedem preparação — porque a natureza avisa, mesmo quando não promete.
El Niño intensifica-se e pode prolongar-se até 2027 com impactos globais
Potencial risco de insegurança alimentar, perdas agrícolas e impacto em populações vulneráveis em várias regiões do planeta.