Em Washington, Eduardo Bolsonaro trava uma batalha diplomática incomum: pede aos Estados Unidos que sancionem ministros do Supremo Tribunal Federal brasileiro, alegando que a corte planeja anular eleições caso seu irmão Flávio vença. A ferramenta escolhida é a Lei Magnitsky, instrumento americano historicamente reservado a violadores de direitos humanos e corruptos. O episódio revela como disputas institucionais domésticas podem, na era da pressão geopolítica, ultrapassar fronteiras e ganhar dimensão internacional — com consequências imprevisíveis para a democracia, a diplomacia e a economia b