Em meio ao colapso das Casas Bahia, o ministro da Fazenda Dario Durigan escolheu a serenidade como resposta: o que se vê não é uma crise geral, mas a dor específica de uma empresa num setor historicamente dependente de crédito caro. O governo, por sua vez, segue seu próprio caminho — o da disciplina fiscal — apostando que apertar as contas públicas é a forma mais honesta de colaborar com a queda dos juros e, assim, aliviar o peso que recai sobre o comércio e sobre os brasileiros.