Na madrugada de um dia de votação, drones ucranianos cruzaram o céu de Moscou e deixaram dois mortos, seis feridos e uma refinaria em chamas — lembrando que guerras não respeitam calendários eleitorais. O ataque, o maior já registrado contra a capital russa em número de drones interceptados, coincidiu com o encerramento das eleições legislativas russas, as primeiras desde a invasão de 2022. Nesse gesto, a Ucrânia não apenas mirou infraestrutura energética, mas também a narrativa de normalidade que o Kremlin tenta sustentar diante de seu próprio povo.
Drones ucranianos atacam refinaria em Moscou e matam 2 no dia de eleições na Rússia
Dois mortos e seis feridos em ataque de drones em Moscou; incêndios em edifícios residenciais e instalações civis.