Na fronteira entre a paz e a guerra, um drone russo atingiu um posto fronteiriço moldavo, lembrando ao mundo que os conflitos raramente respeitam linhas traçadas em mapas. A presidente Maia Sandu, voz de uma nação pequena encravada entre potências rivais, alertou que a frente russa avança para oeste — não como metáfora, mas como realidade geográfica e existencial. A Moldávia, sem o abrigo do Artigo 5 da NATO e com a Transnístria pró-russa em seu próprio território, enfrenta o dilema antigo dos povos pequenos: como preservar a soberania quando a história se move à sua porta.