Na manhã de quinta-feira, um drone atingiu a torre de refrigeração da central nuclear de Kursk, a 90 quilómetros da fronteira ucraniana, sem provocar incêndio nem interromper o funcionamento do reator. A AIEA confirmou o incidente e o seu diretor-geral renovou o apelo à contenção militar, lembrando que o risco nuclear não reconhece fronteiras nem justificações políticas. Nem Moscovo nem Kiev quebraram o silêncio, perpetuando um padrão de ambiguidade que se tornou marca deste conflito junto a instalações que guardam forças capazes de consequências imponderáveis.