Em Dourados, a luta silenciosa contra o Aedes aegypti ganhou forma concreta entre 13 e 18 de julho, quando dezenas de agentes percorreram mais de sete mil imóveis em busca dos criadouros que sustentam epidemias de dengue, chikungunya e zika. Os 19 focos encontrados são interpretados pelas autoridades como sinal de que as estratégias de controle avançam — mas também como lembrete de que a vigilância não pode ser delegada apenas ao Estado. A saúde coletiva, como sempre, depende do gesto cotidiano de cada morador.