Em meio às negociações entre Washington e Teerã nas margens da Assembleia Geral da ONU, e diante de sinais do Banco Central brasileiro sobre o futuro da Selic, o dólar encerrou a terça-feira praticamente estável, a R$ 5,1040 — uma queda simbólica que, no entanto, carrega peso simbólico maior: a moeda acumula recuo de 7% no ano, enquanto o Brasil navega entre a incerteza eleitoral doméstica e as correntes da geopolítica global. O dia foi um lembrete de que as moedas não são apenas números, mas termômetros da confiança coletiva.