Thaís Antonussi e Renato Franco, ambos de São José do Rio Preto, respondem por maus-tratos a seis gatos e associação criminosa na segunda fase da investigação. O MP acusa os veterinários de coordenar demandas, financiar viagens, organizar pagamentos e destinar bolsas de sangue coletadas clandestinamente em ambiente inadequado.
Dois veterinários viram réus em caso de venda clandestina de sangue de gatos em SP
Pelo menos seis gatos foram submetidos a coletas de sangue clandestinas com sedação inadequada em ambiente insalubre, deixando os animais desacordados.