Em um bairro periférico de Belo Horizonte, uma jovem mãe solo de 24 anos descobriu que a vulnerabilidade, quando partilhada com honestidade, pode mover multidões. Graziele Fagundes gravou a si mesma em lágrimas diante de uma banca de doces vazia, e aquele gesto simples — um pedido de ajuda sem artifícios — alcançou 15,3 milhões de pessoas em poucas horas. Por trás dos brigadeiros havia uma filha com sinais de autismo e um diagnóstico inacessível, lembrando-nos de que o trabalho informal muitas vezes carrega o peso de necessidades que o Estado não alcança.
Doceira de Belo Horizonte viraliza ao pedir ajuda para diagnóstico da filha
Mãe solo com dois filhos enfrenta dificuldades financeiras para custear diagnóstico de autismo da filha mais velha.