De Curitiba ao Vale do Silício, a trajetória da Olist encarna uma verdade recorrente no empreendedorismo contemporâneo: as maiores oportunidades muitas vezes nascem onde a ineficiência é mais visível e mais sentida. O fundador paranaense não inventou o varejo — ele enxergou o que faltava a quem já estava nele. Avaliada hoje em R$ 70 bilhões, a empresa é menos um símbolo de riqueza do que uma demonstração de que soluções locais, quando bem construídas, carregam relevância universal.