Há mais de sete décadas, um gesto simples — um prefeito, um martelo, um barril — inaugura em Munique aquilo que começou como celebração de um casamento real e se tornou o maior festival de cerveja do mundo. A Oktoberfest não nasceu de uma tradição imemorial, mas de um momento histórico específico que capturou o imaginário coletivo e atravessou oceanos. Hoje, o que era bávaro é também latino-americano, e o que era local tornou-se patrimônio de muitos povos.