Na noite de 4 de setembro, Diogo Defante — influenciador que um dia trocou os palcos pelas telas — subiu ao Palco Supernova do Rock in Rio para reivindicar, com teatralidade punk e fumaça, um lugar na música que havia deixado para trás. A estreia no festival não foi apenas um show: foi o gesto simbólico de alguém que, após anos construindo audiência na internet, decide apostar que a voz pode existir além do algoritmo. Entre robôs expulsos e gritos de que 'o rock vai voltar', Defante propôs uma questão antiga com roupagem nova — o que significa ser artista quando a fama já chegou por outro cami