Quando as instituições falham em reconhecer os próprios limites, as consequências recaem sobre os mais vulneráveis. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, ordenou que a União disponha de 90 dias para revisar as normas que regem a CVM, após identificar falhas estruturais de governança e supervisão que permitiram fraudes no Banco Master. A decisão, coordenada pelo Ministério da Fazenda, reconhece que o problema não é de recursos, mas de arquitetura institucional — e que corrigir sistemas falhos é tão urgente quanto punir os que os exploram.
Dino ordena revisão de regras da CVM após falhas em caso Master
Fraudes de expressiva repercussão econômica afetaram investidores através da utilização indevida do mercado regulado por estruturas criminosas.