No limiar do outono de 2026, o ministro Flávio Dino abriu uma fresta no manto do sigilo que cobria uma investigação policial paulista, revelando ao olhar público o nome do ator e ex-secretário Mário Frias e suspeitas de laços com o PCC no financiamento do filme 'Dark Horse'. Mais do que um ato processual isolado, a decisão ressoa como um sinal de que o Supremo Tribunal Federal está recalibrando a balança entre o segredo necessário à justiça e a transparência devida à sociedade. Em tempos nos quais o poder e a criminalidade se tocam em zonas de sombra, a corte parece disposta a acender mais luz