Décadas após a extinção do fundo PIS/Pasep, o governo brasileiro abre uma janela de ressarcimento para milhões de trabalhadores que deixaram para trás valores acumulados entre 1971 e 1988. Com uma média de R$ 2,8 mil por pessoa dormindo nos cofres do Tesouro Nacional, o resgate agora pode ser feito inteiramente pelo celular — um gesto simples que convida cada cidadão a reconhecer o que é seu antes que o tempo feche essa porta definitivamente em setembro de 2028.
Dinheiro esquecido no PIS/Pasep? Consulte e resgate pelo celular
Quem não solicitar até setembro de 2028 perde direito permanentemente
Por que esse dinheiro ficou esquecido por tanto tempo? Não havia um sistema para avisar as pessoas?
O PIS/Pasep era um fundo de longa duração, e muitas pessoas simplesmente não sacaram na época certa. Quando foi extinto, não havia tecnologia como hoje para rastrear e notificar todo mundo. O dinheiro foi para o Tesouro e ficou lá.
E por que agora o governo decidiu devolver? Houve pressão?
Não está claro exatamente o que motivou agora, mas a criação desse cronograma de ressarcimento é uma forma de regularizar uma situação antiga. É também uma questão de justiça — o dinheiro é das pessoas, não do Estado.
Qual é o risco maior para quem tem direito?
Esquecer novamente. Dessa vez, o prazo é setembro de 2028. Se alguém não solicitar até lá, perde tudo permanentemente. É um prazo generoso, mas ainda assim muita gente pode deixar passar.
E se a pessoa não souber se tem direito?
É por isso que as plataformas existem. Qualquer um pode entrar, consultar e descobrir. Não custa nada verificar. Muita gente vai se surpreender ao descobrir que tem dinheiro lá.
Como funciona se a pessoa original já faleceu?
Os herdeiros têm direito. Por isso o governo menciona trabalhadores e herdeiros. Mas provavelmente precisam comprovar a herança de alguma forma no sistema.
O Pulso
- Milhões de brasileiros têm dinheiro esquecido há décadas sem nem saber — o valor médio é de R$ 2,8 mil por pessoa.
- O prazo é real e irreversível: quem não solicitar o resgate até setembro de 2028 perde o direito para sempre.
- Os pagamentos começam nesta quarta-feira, 25 de março, e seguem em cronograma gradual até janeiro de 2027.
- O resgate pode ser feito pelo celular, via portal REPIS Cidadão ou aplicativo FGTS, sem necessidade de ir a uma agência.
- Herdeiros de trabalhadores falecidos também têm direito — ampliando o alcance do ressarcimento para além dos próprios cotistas.
Décadas após a extinção do fundo PIS/Pasep, o governo brasileiro abre uma janela de ressarcimento para milhões de trabalhadores que deixaram para trás valores acumulados entre 1971 e 1988. Com uma média de R$ 2,8 mil por pessoa dormindo nos cofres do Tesouro Nacional, o resgate agora pode ser feito inteiramente pelo celular — um gesto simples que convida cada cidadão a reconhecer o que é seu antes que o tempo feche essa porta definitivamente em setembro de 2028.
A partir desta quarta-feira, milhões de brasileiros podem recuperar dinheiro esquecido em contas antigas do PIS/Pasep. O valor médio é de R$ 2,8 mil por pessoa — recursos que permaneceram intocados desde a extinção do fundo e foram transferidos para o Tesouro Nacional. Agora, um cronograma de ressarcimento que vai até janeiro de 2027 começa a liberar esses valores para quem tem direito.
O benefício alcança trabalhadores com carteira assinada entre 1971 e 1988 que nunca sacaram suas cotas, além de seus herdeiros. O processo é simples e totalmente digital: pelo portal REPIS Cidadão ou pelo aplicativo FGTS, qualquer pessoa pode consultar se tem saldo disponível e iniciar o pedido de resgate pelo celular, sem burocracia.
O ponto de atenção é o prazo: quem não solicitar o ressarcimento até setembro de 2028 perde o direito permanentemente, e o dinheiro continua com o Tesouro. Para quem quiser agir, basta acessar uma das plataformas, verificar o saldo e confirmar a solicitação — o valor é depositado diretamente na conta bancária registrada no sistema. A janela está aberta, mas tem data para fechar.
A partir desta quarta-feira, milhões de brasileiros terão a chance de recuperar dinheiro que ficou esquecido há décadas em contas antigas do PIS/Pasep. O valor médio em espera é de cerca de R$ 2,8 mil por pessoa — uma quantia que pode fazer diferença real para muita gente, mas que permaneceu intocada desde que o fundo foi extinto. Agora, graças a um cronograma de ressarcimento que se estende até janeiro de 2027, esses recursos começam a ser liberados para quem tem direito.
O dinheiro pertence a trabalhadores e seus herdeiros que tiveram carteira assinada entre 1971 e 1988 e nunca fizeram o saque daquelas cotas. Quando o PIS/Pasep foi extinto, os valores não reclamados foram transferidos para o Tesouro Nacional, onde ficaram dormindo. A boa notícia é que o governo criou um processo de ressarcimento que permite que as pessoas recuperem esse dinheiro — mas há um detalhe importante: quem não solicitar até setembro de 2028 perde o direito permanentemente.
O processo é simples e pode ser feito inteiramente pelo celular. Existem duas plataformas disponíveis para consultar e solicitar o ressarcimento: o portal REPIS Cidadão e o aplicativo FGTS. Ambas permitem que o cidadão verifique se tem valores a receber e inicie o pedido de resgate sem sair de casa. Não é necessário ir a uma agência, não há formulários complicados — tudo funciona através do smartphone.
O cronograma de pagamentos foi estruturado de forma gradual. Os primeiros ressarcimentos saem nesta quarta-feira, 25 de março, e o processo continua até janeiro de 2027. Isso significa que nem todos receberão no mesmo mês, mas há tempo suficiente para que a maioria das pessoas seja atendida. O importante é fazer a solicitação antes do prazo final em setembro de 2028, caso contrário, o direito ao saque expira e o dinheiro permanece com o Tesouro.
Para quem tem interesse em recuperar esses valores, o primeiro passo é acessar uma das plataformas mencionadas e fazer a consulta. O sistema mostrará se há saldo disponível e qual é o valor exato. Depois, é só confirmar a solicitação de ressarcimento e aguardar o processamento. O dinheiro é depositado na conta bancária registrada no sistema, facilitando ainda mais o processo.
Este é um momento importante para muitos brasileiros que podem não estar sequer cientes de que têm dinheiro esperando por eles. Trabalhadores que mudaram de emprego, que se aposentaram, ou que simplesmente esqueceram daquelas contas antigas agora têm uma oportunidade clara de recuperar esses recursos. A janela está aberta, mas não permanecerá assim para sempre — quem quiser resgatar precisa agir antes de setembro de 2028.
Citações Notáveis
O dinheiro pertence a trabalhadores e herdeiros que tiveram carteira assinada entre 1971 e 1988 e nunca fizeram o saque— Cronograma oficial de ressarcimento