Duas negociações, dois jogadores brasileiros, dois diagnósticos médicos idênticos — e nenhuma transferência concretizada. O Dínamo Moscou desistiu de contratar Matheus Martins, do Botafogo, invocando reprovação em exames de saúde, o mesmo argumento usado semanas antes para cancelar a chegada de Gonzalo Plata, do Flamengo. O que poderia ser coincidência começa a ganhar contornos de padrão, e o futebol brasileiro se vê diante de uma questão que ultrapassa o mercado de transferências: até onde vai a boa-fé nas negociações internacionais?