Desde 2014, o vírus do Nilo Ocidental circula silenciosamente pelo Brasil, e 2026 trouxe quatro diagnósticos confirmados — dois em Santa Catarina, dois em São Paulo — além de um óbito. O momento não convoca o alarme, mas a clareza: conhecer o vetor, o mosquito Culex do entardecer, já é metade da proteção. A ciência laboratorial e a informação de qualidade são, neste capítulo da saúde pública brasileira, os instrumentos mais poderosos contra o avanço discreto de uma doença que prefere o silêncio à visibilidade.
Diagnóstico preciso e informação contêm avanço da Febre do Nilo no Brasil
Um óbito registrado em decorrência de complicações da Febre do Nilo Ocidental no Brasil em 2026.