Diante de uma doença que exige tempo como aliado, o Distrito Federal organizou um percurso público e acessível para o enfrentamento do câncer de mama — da triagem silenciosa numa unidade de bairro até a cirurgia ou quimioterapia num hospital especializado. O desenho desse caminho não é casual: reflete a compreensão de que sistemas de saúde salvam vidas não apenas pelos recursos que oferecem, mas pela clareza com que os conectam às pessoas que deles precisam.