Na encosta do Morro do Cristo, em Juiz de Fora, a chuva intensa de fevereiro de 2026 não criou um risco — ela o revelou. Terra, lama e pedras desceram sobre casas e ruas numa área mapeada como vulnerável desde 2017, onde quase 130 mil pessoas vivem sob uma fragilidade estrutural construída ao longo de décadas. O evento é menos uma catástrofe imprevisível do que o encontro inevitável entre a memória geológica do lugar e a ausência de ação humana a tempo.
Deslizamentos no Morro do Cristo em Juiz de Fora revelam vulnerabilidade conhecida desde 2017
Deslizamentos atingiram casas e ruas do Morro do Cristo; aproximadamente 130 mil pessoas vivem em áreas de risco de deslizamentos e inundações em Juiz de Fora.
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