Na madrugada de sábado, a capital saudita acordou com explosões e fumo negro a erguer-se junto ao seu aeroporto internacional — sinais de que o conflito do Iémen chegou, pela primeira vez desde o seu recrudescimento, ao coração de Riade. Um depósito de combustível da Aramco ardeu enquanto oito cidades do reino recebiam alertas de emergência simultâneos, revelando a extensão de uma ameaça que já não se contém nas fronteiras do sul. A guerra entre os huthis apoiados pelo Irão e o governo iemenita reconhecido por Riade entrou numa fase em que a maior potência petrolífera do mundo sente o conflito