Sem Escócia não há festa
Cantor britânico de 81 anos priorizou participação na Copa, primeira da Escócia em 28 anos, sobre compromisso profissional nos EUA. Stewart viajou com filhos Liam e Alastair, compartilhando entusiasmo nas redes sociais e lembrando ser sua sétima Copa acompanhada pessoalmente.
- Rod Stewart, 81 anos, cancelou show na Califórnia por infecção respiratória aguda
- Viajou em jatinho particular com filhos Liam (20) e Alastair (31) para Boston
- Escócia enfrenta Haiti em sua primeira Copa em 28 anos, grupo C com Brasil
- Será a sétima Copa do Mundo que Stewart acompanha pessoalmente
Rod Stewart, 81 anos, cancelou apresentação na Califórnia por infecção respiratória, mas embarcou em jatinho particular para Boston acompanhar estreia da Escócia na Copa do Mundo contra o Haiti.
Rod Stewart tinha um show marcado na Califórnia para o sábado. Aos 81 anos, o cantor britânico ainda carrega a energia de quem não sabe dizer não aos palcos. Mas uma infecção respiratória aguda o forçou a cancelar a apresentação — um golpe para qualquer artista, especialmente um com a carreira de Stewart. Poucas horas depois, porém, ele estava em um jatinho particular com os filhos Liam, de 20 anos, e Alastair, de 31, rumo a Boston. O destino não era um hospital ou a cama de um hotel para recuperação. Era um estádio de futebol.
A Escócia jogaria sua primeira partida em uma Copa do Mundo em 28 anos. Contra o Haiti, no grupo C — o mesmo do Brasil — a seleção escocesa marcava seu retorno ao torneio depois de quase três décadas de ausência. Para Stewart, torcedor declarado, era uma oportunidade que não podia perder, infecção respiratória ou não. Ele publicou um vídeo nas redes sociais mostrando o embarque com os filhos, a câmera capturando o entusiasmo de um homem que claramente havia feito sua escolha.
"Eu e os meninos indo para Boston ver a nossa Escócia na Copa do Mundo! Sem Escócia não há festa", escreveu na legenda. A frase carrega o tom de quem conhece bem o que significa torcer por um time — não é apenas sobre o jogo, é sobre pertencimento, história, identidade. No vídeo, Stewart conversava com os filhos sobre as Copas que havia acompanhado ao longo da vida, compartilhando memórias de torneios passados e explicando por que aquele momento era especial.
Esta seria sua sétima Copa do Mundo acompanhada pessoalmente. Sete vezes ele havia se colocado em posição de testemunha, de torcedor presente, de alguém que entendia que certos compromissos transcendem o profissional. Uma infecção respiratória, por mais incômoda que fosse, não era razão suficiente para ficar de fora. A Escócia voltava. E Stewart estaria lá.
A partida contra o Haiti estava marcada para as 22h em Boston, no grupo C ao lado do Brasil. Para um país que havia ficado fora do torneio por quase três décadas, era um retorno carregado de significado. E para um homem de 81 anos que escolheu um jatinho particular e a companhia dos filhos em vez de descanso médico, era uma questão de prioridades — uma que dizia tudo sobre o que realmente importava.
Notable Quotes
Eu e os meninos indo para Boston ver a nossa Escócia na Copa do Mundo! Sem Escócia não há festa— Rod Stewart, em publicação nas redes sociais
The Hearth Conversation Another angle on the story
Por que um homem de 81 anos, doente, escolheria viajar para ver um jogo em vez de descansar?
Porque para alguns torcedores, certos momentos não voltam. A Escócia estava fora da Copa há 28 anos. Isso não é só um jogo — é história.
Mas ele cancelou um show. Isso não prejudica sua carreira?
Talvez. Mas ele já fez shows o suficiente. Essa era a sétima Copa que acompanharia pessoalmente. Algumas coisas ficam acima do calendário profissional.
E os filhos? Por que levá-los?
Porque é assim que se passa adiante. Ele estava contando histórias de Copas passadas, compartilhando experiências. Era sobre família, não apenas sobre futebol.
Você acha que ele conseguiria assistir o jogo inteiro com uma infecção respiratória?
Provavelmente não confortavelmente. Mas estar lá, respirar aquele ar, ver a Escócia em campo — isso valia mais que o conforto.
E se a Escócia perdesse?
Ainda assim ele estaria lá. Torcer não é sobre ganhar. É sobre estar presente quando importa.