Nas últimas duas décadas, a demência avançou pela América Latina e pelo Caribe em ritmo que ultrapassa o simples envelhecimento das populações — um sinal de que forças sociais, econômicas e comportamentais estão moldando o destino cognitivo de milhões. Estudos recentes revelam que sedentarismo, doenças crônicas mal controladas e décadas de acesso restrito à educação e à saúde primária compõem um cenário de risco acumulado, especialmente severo em países como México, Peru e Porto Rico. A resposta a esse desafio exige que a demência seja reconhecida não como fatalidade individual, mas como quest
Demência cresce na América Latina além do envelhecimento populacional
Milhões de pessoas na América Latina e Caribe vivem com demência, com impactos significativos na autonomia, qualidade de vida e sobrecarga para cuidadores, predominantemente mulheres que deixam empregos.