Em noites como essa, o futebol lembra que a glória raramente é linear: o Atlético-MG precisou de seis gols, uma lesão, provocações, copos atirados e uma disputa de pênaltis para confirmar, na Arena MRV, sua passagem à semifinal da Copa Sul-Americana pelo segundo ano consecutivo. Foi um jovem goleiro de 24 anos, criado nas próprias categorias de base do clube, quem carregou o peso da decisão e o transformou em leveza — defendendo três cobranças e devolvendo ao Galo a crença de que o caminho ainda está aberto.