Após décadas de hostilidade e meses de uma intervenção militar que redesenhou o mapa político da América do Sul, Venezuela e Estados Unidos se preparam para sentar à mesma mesa. O encontro entre Delcy Rodríguez e Donald Trump, às margens da Assembleia Geral da ONU em Nova York, não é apenas um gesto diplomático — é o reconhecimento público de uma nova ordem, selada em petróleo e pragmatismo, onde antigas acusações de imperialismo cedem espaço a acordos que ambos os lados chamam de vantajosos.