Na tribuna da Assembleia Geral da ONU, Delcy Rodríguez pronunciou um discurso que revelou tanto pelo que disse quanto pelo que omitiu: prometeu eleições, agradeceu Trump e não mencionou Maduro uma única vez. Em setembro de 2026, a vice-presidente venezuelana apresentou ao mundo uma Venezuela em suposto renascimento, enquanto conversava com o secretário de Estado americano sobre reestruturação da dívida e exibia um broche com o Essequibo incorporado ao mapa do país. O gesto levanta uma questão que a diplomacia internacional ainda tenta decifrar: quem, afinal, fala pela Venezuela?