No coração do sistema financeiro brasileiro, um acordo de delação premiada aguarda homologação no Supremo Tribunal Federal e carrega o peso de revelar como mais de R$ 300 bilhões foram movimentados por uma rede que servia simultaneamente a investidores legítimos e ao crime organizado. João Carlos Mansur, fundador da Reag — antes a maior gestora independente do país —, apresentou 17 frentes de colaboração à Procuradoria-Geral da República, colocando em xeque uma arquitetura financeira que atravessa a Faria Lima, o Banco Master e até o PCC. O caso lembra que a sofisticação dos mercados pode ser