Na madrugada de uma sexta-feira de agosto, a cidade do Rio de Janeiro acordou ao som de alertas nos celulares — um lembrete de que a natureza não avisa com gentileza, apenas com urgência. A Defesa Civil acionou o sistema de mensagens em massa por volta das 5h, convocando a população a buscar abrigo diante da aproximação de chuvas e ventos fortes. O Estágio 2, decretado pelo Centro de Operações e Resiliência, não representa o pior dos cenários, mas carrega o peso de um risco real e imediato — o tipo de aviso que exige ação, não apenas atenção.