Na Exposição Agropecuária do Crato, um stand de doces de empresa mineira transformou a alegria da feira em armadilha financeira: clientes eram convidados a escolher fatias sem conhecer o peso real, e só descobriam o valor — às vezes superior a R$ 300 — quando a balança já havia selado o destino da compra. O constrangimento social substituía a liberdade de escolha, e a opacidade dos preços tornava a transação menos um comércio e mais uma emboscada. O Decon interveio, constatou práticas abusivas e notificou a empresa, lembrando que a transparência não é cortesia — é direito.
Decon constata práticas abusivas em stand de doces da Expocrato após relatos de constrangimento
Dezenas de consumidores foram constrangidos e lesados financeiramente, pagando valores muito acima do esperado por produtos de doce.