No coração de uma feira agropecuária no interior do Ceará, uma doceria mineira transformou a simplicidade de um pedaço de doce em uma questão de direitos fundamentais: o direito de saber o preço antes de decidir. Consumidores relataram valores de até R$ 330 por três pedaços e pressão para finalizar compras que não desejavam concluir, revelando como a ausência de transparência pode converter uma transação cotidiana em constrangimento. O Decon, braço do Ministério Público do Ceará, interveio após onda de denúncias, lembrando que a informação clara não é cortesia comercial — é obrigação legal.
Decon constata prática abusiva em doceria que cobrava até R$ 330 por doce
Consumidores foram constrangidos a realizar compras contra sua vontade após descobrir valores finais muito acima do esperado, gerando danos financeiros e emocionais.