Nesta sexta-feira, depois do Jornal Nacional, a TV Globo reúne no Rio de Janeiro Lula e Flávio Bolsonaro, os dois nomes que restaram na disputa do segundo turno presidencial. Num país que costuma medir a democracia pela qualidade de suas conversas públicas, o encontro é menos um duelo do que um teste de paciência e de clareza: o eleitor ouvirá propostas para o governo federal, num formato de blocos temáticos, sorteios ao vivo e réplicas cronometradas. Cabe ao público, e depois aos verificadores da madrugada, separar a palavra dada do ruído que a cerca.
Debate da Globo: veja as regras do último embate entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno
Quem tem a palavra circula; o adversário espera no púlpito
Qual é a grande novidade nas regras deste debate?
A mistura de formatos. O primeiro bloco tem seis rodadas sobre regiões e um tema nacional, os dois seguintes têm temas escolhidos pelos candidatos no telão, e o último é livre, com oito minutos para cada um.
E a movimentação no cenário? Isso muda algo?
Nos três primeiros blocos, quem tem a palavra circula livremente e o adversário fica no púlpito até sua vez. No bloco livre, cada um se move pelo próprio lado do cenário.
Vale separar o que está definido do que ainda não se sabe. As regras estão descritas, mas nada se sabe ainda sobre como os candidatos vão usar esse tempo.
Há mais algum elemento fora do palco?
Sim. Depois do debate, entrevistas coletivas de dez minutos, com Lula primeiro. E o g1 checa as declarações no Fato ou Fake, com o trabalho seguindo pela madrugada.
Sobre o acordo para abrir sigilos: o texto diz que as campanhas afirmam ter chegado a um entendimento, mas que depende de decisão de Mendonça. Ainda não está decidido.
E a segurança no Rio?
Tropas federais e 20 mil PMs reforçam o policiamento no segundo turno, a pedido do TRE-RJ.
O texto não detalha onde esse efetivo será usado nem a relação direta com o debate. Fica o registro do fato, sem mais.
Il Polso
- O confronto frente a frente, mediado por César Tralli, coloca os dois candidatos sob o mesmo foco ao vivo.
- Sorteios de ordem de perguntas e cronômetros de três minutos criam uma tensão imprevisível a cada rodada.
- Tropas federais e 20 mil policiais militares foram acionados para proteger o Rio durante o segundo turno.
- As campanhas afirmam ter chegado a acordo para abrir sigilos, aguardando agora a decisão de Mendonça.
Nesta sexta-feira, depois do Jornal Nacional, a TV Globo reúne no Rio de Janeiro Lula e Flávio Bolsonaro, os dois nomes que restaram na disputa do segundo turno presidencial. Num país que costuma medir a democracia pela qualidade de suas conversas públicas, o encontro é menos um duelo do que um teste de paciência e de clareza: o eleitor ouvirá propostas para o governo federal, num formato de blocos temáticos, sorteios ao vivo e réplicas cronometradas. Cabe ao público, e depois aos verificadores da madrugada, separar a palavra dada do ruído que a cerca.
Nesta sexta-feira (23), logo após o Jornal Nacional, a TV Globo leva ao ar, direto dos Estúdios Globo no Rio, o debate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O jornalista César Tralli conduz o encontro, que também pode ser acompanhado pela GloboNews, pelo g1 e pelo Globoplay.
O formato reúne quatro blocos e considerações finais. Três deles têm temas definidos, e um é de tema livre. A ordem das perguntas será sorteada ao vivo, e cada candidato terá três minutos por rodada, divididos entre pergunta, resposta, réplica e tréplica. Nos blocos temáticos, quem fala pode circular pelo cenário, enquanto o adversário permanece no púlpito. No bloco final, cada um dispõe de oito minutos sem limite de intervenções.
Depois do debate, haverá entrevistas coletivas de dez minutos, com Lula falando primeiro. O Jornal da Globo, com Renata Lo Prete, trará análises do desempenho. Durante a noite, o g1 checará as declarações pelo Fato ou Fake, em parceria com O GLOBO, Extra, Valor Econômico e a CBN.
Nos bastidores, as campanhas dizem ter alcançado um acordo para abrir seus sigilos, decisão que ainda depende de Mendonça. Enquanto isso, tropas federais e 20 mil policiais militares reforçam a segurança no Rio, a pedido do TRE-RJ.
Na sexta-feira (23), logo depois do Jornal Nacional, a TV Globo coloca frente a frente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), os dois candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial. O debate será mediado pelo jornalista César Tralli e transmitido ao vivo dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. Quem quiser acompanhar poderá fazê-lo pela TV Globo, pela GloboNews, pelo g1 e pelo Globoplay.
O formato prevê quatro blocos e considerações finais. Três blocos terão temas determinados e um será de tema livre. A ordem das perguntas será definida por sorteios feitos ao vivo, e a proposta da emissora é aprofundar as propostas dos candidatos para o governo federal. O jornal O GLOBO fará cobertura em tempo real, com comentários de colunistas e, no fim, uma avaliação do desempenho de cada um.
No primeiro bloco, haverá seis rodadas de perguntas sobre diferentes regiões do país e sobre um tema prioritário de âmbito nacional. Cada candidato terá três minutos por rodada, divididos entre pergunta, resposta, réplica e tréplica.
No segundo e no terceiro blocos, os presidenciáveis escolherão os temas das perguntas entre as opções exibidas no telão, com a mesma divisão de tempo. Nessas três etapas, quem estiver com a palavra poderá circular livremente pelo cenário, enquanto o adversário deverá permanecer no púlpito até chegar a sua vez de falar.
O quarto bloco é o de tema livre. Cada candidato terá oito minutos de fala, sem limite de intervenções, e poderá se movimentar livremente pelo próprio lado do cenário.
Depois do debate, os dois poderão participar de entrevistas coletivas de dez minutos cada, na sala de imprensa. A ordem foi sorteada: Lula fala primeiro, seguido por Flávio Bolsonaro. O Jornal da Globo, apresentado por Renata Lo Prete, exibirá análises do desempenho dos presidenciáveis.
Durante o debate, o g1 fará a checagem das declarações, com publicações na página do Fato ou Fake. O trabalho seguirá pela madrugada, em parceria com os jornais O GLOBO, Extra e Valor Econômico e com a Rádio CBN.
Nos bastidores, as campanhas de Lula e de Flávio dizem ter chegado a um acordo para abrir os sigilos dos candidatos, que depende de decisão de Mendonça. Em outra frente, tropas federais e 20 mil policiais militares reforçam a segurança do Rio no segundo turno, a pedido do TRE-RJ.
Citazioni salienti
As campanhas dizem ter chegado a acordo para abrir sigilos dos candidatos, que depende de decisão de Mendonça.— Extra, ao relatar posição das campanhas de Lula e Flávio