Em um momento de vulnerabilidade — grávida, desempregada e sem certezas —, Thayany dos Santos encontrou no picolé não apenas uma saída, mas uma vocação. O que nasceu como cem unidades vendidas a três reais cada, com ingredientes doados, tornou-se uma fábrica no Recife que fatura R$ 1,4 milhão por ano e emprega dez pessoas. A história de Thayany ecoa uma verdade antiga: negócios duradouros raramente começam com capital — começam com propósito.
De desempregada a dona de fábrica: empreendedora fatura R$ 1,4 mi com picolés
A empreendedora gerou emprego para dez pessoas, sendo sete mulheres atuando na fábrica em diferentes etapas da produção.