Em um país onde a política raramente descansa, a pesquisa Datafolha de 17 de setembro oferece um raro momento de equilíbrio: Lula e Flávio Bolsonaro chegam ao segundo turno simulado separados por apenas dois pontos percentuais — exatamente dentro da margem de erro. A estabilidade dos números ao longo de três levantamentos consecutivos sugere que o eleitorado brasileiro, ao menos por ora, encontrou suas trincheiras. O destino da disputa permanece em aberto, suspenso entre a cristalização das lealdades e a imprevisibilidade que toda campanha carrega consigo.