Datafolha: Lula lidera com 47% contra 45% de Flávio no segundo turno

Tecnicamente, os dois candidatos estão empatados
A vantagem de dois pontos de Lula cabe inteiramente dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Mark

Por que essa pesquisa importa se a margem de erro cobre completamente a diferença entre os dois?

Mimi

Porque mostra a tendência. Lula ganhou um ponto, Flávio ganhou um ponto. Ambos estão se movimentando, e o levantamento captura esse movimento em um momento específico — entre 22 e 23 de setembro.

Luke

Mas precisamos ser claros: estatisticamente, isso é um empate. A gente não pode dizer com confiança que Lula está ganhando. Poderia estar perdendo, dependendo de onde cai a margem de erro.

Mimi

Verdade. O que a gente pode dizer é que nenhum dos dois tem uma vantagem demonstrável neste momento.

Mark

E os indecisos? Um por cento é muito pouco.

Mimi

É. Significa que a maioria das pessoas já sabe em quem quer votar, ou já decidiu votar em branco ou nulo.

Luke

Isso também é importante notar — 7% de votos em branco, nulo ou nenhum é um número significativo. Não é negligenciável.

Mark

Então o que muda de uma pesquisa para a outra?

Mimi

Lula e Flávio cada um ganharam um ponto. Votos em branco caíram um ponto. Mas estamos falando de movimentos muito pequenos, dentro do que você esperaria ver de uma semana para a outra por variação natural.

Luke

E é importante lembrar que essa é uma simulação de segundo turno, não a eleição de verdade. Muita coisa pode mudar entre agora e outubro.

  • A diferença de dois pontos entre Lula e Flávio Bolsonaro é real o suficiente para ser notícia, mas pequena o suficiente para ser inconclusiva — a margem de erro engole a vantagem.
  • Ambos os candidatos avançaram um ponto percentual em relação à pesquisa anterior, sinalizando um eleitorado em movimento, ainda que lento e simétrico.
  • Com apenas 1% de indecisos neste cenário, o campo de disputa está quase inteiramente mapeado — o que resta é a conversão, não a persuasão.
  • Os votos em branco, nulo ou nenhum recuaram de 8% para 7%, sugerindo que o eleitorado relutante está, aos poucos, escolhendo um lado.

A menos de dois anos das eleições presidenciais de 2026, o Brasil contempla um empate técnico entre o presente e o possível: Lula, com 47%, e Flávio Bolsonaro, com 45%, dividem o horizonte eleitoral dentro da margem de erro de uma pesquisa Datafolha realizada com mais de dois mil eleitores. O levantamento, registrado no TSE, não declara um vencedor — declara uma tensão, viva e estatisticamente honesta, sobre o futuro do país.

Uma pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira projeta um segundo turno presidencial em 2026 que, por ora, não tem vencedor claro. Lula aparece com 47% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 45% — uma diferença de dois pontos que cabe exatamente dentro da margem de erro do levantamento, tornando o resultado um empate técnico.

O estudo ouviu 2.002 eleitores entre 22 e 23 de setembro, com 95% de confiança, e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral pela Datafolha, contratada pela Folha de S.Paulo e pela Globo.

Em relação à pesquisa anterior da mesma instituição, os dois candidatos avançaram um ponto cada — Lula foi de 46% para 47%, e Flávio de 44% para 45%. O movimento é paralelo e não altera a geometria da disputa. Os eleitores que rejeitam ambos diminuíram ligeiramente, de 8% para 7%, e os indecisos permanecem em apenas 1%.

O retrato é de uma corrida extremamente equilibrada, onde a estatística impõe humildade a qualquer interpretação: dentro dos limites do instrumento de medição, os dois candidatos seguem, por ora, inseparáveis.

Uma pesquisa divulgada na quinta-feira pela Datafolha coloca o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dois pontos percentuais à frente de Flávio Bolsonaro em um cenário de segundo turno presidencial. Lula aparece com 47% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro marca 45%. A margem é estreita o suficiente para caber inteiramente dentro da margem de erro do levantamento — dois pontos percentuais para mais ou para menos — o que significa que tecnicamente os dois candidatos estão empatados dentro da precisão do instrumento de medição.

O levantamento foi realizado entre 22 e 23 de setembro, com 2.002 eleitores entrevistados. O nível de confiança é de 95%, um padrão comum em pesquisas eleitorais brasileiras. A Datafolha, contratada pela Folha de S.Paulo e pela Globo, registrou o estudo no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00304/2026.

Comparando com a pesquisa anterior da mesma instituição, Lula ganhou um ponto percentual — estava em 46% e agora marca 47%. Flávio Bolsonaro também avançou um ponto, saindo de 44% para 45%. Os votos em branco, nulo ou nenhum diminuíram de 8% para 7%. A proporção de eleitores indecisos permaneceu estável em 1%.

O cenário de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro representa um dos possíveis desdobramentos da eleição presidencial de 2026. A pesquisa oferece um retrato do momento, mas com a ressalva importante de que a margem de erro torna qualquer conclusão sobre quem está à frente uma questão de interpretação. Dentro dos limites estatísticos, os dois candidatos permanecem em disputa muito próxima.

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