Em setembro de 2026, o Brasil contempla uma disputa presidencial que se afunila em torno de dois nomes: Lula, que lidera o primeiro turno com 39%, e Flávio Bolsonaro, que o alcança em um empate técnico de 46% a 46% no segundo turno — a primeira vez que isso ocorre na série histórica do Datafolha. O que os números revelam não é apenas uma corrida acirrada, mas também uma polarização profunda, na qual os dois candidatos mais votados são igualmente os mais rejeitados. A eleição permanece aberta, e o destino do país dependerá de forças que ainda não terminaram de se formar.