Em setembro de 2026, a mais recente sondagem Datafolha revela um Brasil que já começa a cristalizar suas escolhas: Lula lidera com 39%, Flávio Bolsonaro avança para 35%, e três quartos do eleitorado declaram voto definido. A margem que separa os dois principais candidatos encolhe semana a semana, lembrando que nas democracias a vantagem nunca é estática — é conquistada e contestada até o último momento. Pairando sobre esse cenário, a decisão do TSE sobre a inelegibilidade de Pablo Marçal adiciona uma variável que pode redesenhar o tabuleiro nos meses que restam.