Às vésperas do primeiro turno em Minas Gerais, o senador Cleitinho Azevedo concentra mais da metade das intenções de voto válidos segundo o último levantamento Datafolha, sinalizando que o eleitorado mineiro pode encerrar a disputa pelo governo estadual em uma única jornada. Neste momento em que campanhas chegam ao silêncio obrigatório, os números revelam não apenas uma preferência, mas o peso simbólico de uma decisão coletiva prestes a se cristalizar nas urnas.
Datafolha final aponta Cleitinho com 53% e possibilidade de eleição no 1º turno em MG
Azevedo em posição de vencer já no primeiro turno
Essa margem de 53% é realmente suficiente para garantir a eleição no primeiro turno?
Sim. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de mais de 50% dos votos válidos. Cleitinho está em 53%, o que o coloca acima desse patamar.
Mas vale lembrar que essa é uma pesquisa, não o resultado real. A margem de erro é de dois pontos percentuais, então tecnicamente ele poderia estar entre 51% e 55%.
Entendi. E quanto aos outros candidatos — Patrus Ananias e Kalil têm alguma chance?
Matematicamente, não. Patrus está com 21% e Kalil com 9%. Mesmo que houvesse transferência de votos entre eles, não chegariam perto dos 50%.
Correto, mas é importante notar que essa pesquisa mede votos válidos, não votos totais. Brancos e nulos não estão incluídos aqui, então o cenário real pode ter nuances diferentes.
Como foi feita essa pesquisa?
O Datafolha entrevistou 2.010 eleitores presencialmente entre 2 e 3 de outubro. É uma amostra considerada robusta para um estado.
E o registro no TSE garante que a metodologia foi transparente. O número MG-06705/2026 permite rastreabilidade.
Isso muda algo para a campanha no último dia?
Provavelmente não. Com essa vantagem, a dinâmica já está definida. O que pode acontecer é mobilização de eleitores para confirmar a tendência.
Ou abstenção, se os apoiadores de Cleitinho acharem que o resultado já está garantido. Pesquisas com margens tão grandes às vezes afetam o comportamento eleitoral.
O Pulso
- Com 53% dos votos válidos, Cleitinho Azevedo (Republicanos) ultrapassa sozinho a soma de todos os seus adversários, tornando o segundo turno uma possibilidade cada vez mais remota.
- Patrus Ananias (PT) aparece em segundo lugar com 21%, mas a distância de 32 pontos percentuais para o líder revela uma disputa sem equilíbrio real no topo.
- Alexandre Kalil (PDT), ex-prefeito de Belo Horizonte e nome de peso na política mineira, figura em terceiro com apenas 9%, sinalizando um desempenho aquém das expectativas.
- A pesquisa, realizada com 2.010 eleitores e margem de erro de dois pontos, oferece um retrato de alta confiabilidade estatística a menos de 48 horas da votação.
- O domingo pode consagrar não apenas um governador, mas também um termômetro das tendências políticas de Minas Gerais para o cenário nacional mais amplo.
Às vésperas do primeiro turno em Minas Gerais, o senador Cleitinho Azevedo concentra mais da metade das intenções de voto válidos segundo o último levantamento Datafolha, sinalizando que o eleitorado mineiro pode encerrar a disputa pelo governo estadual em uma única jornada. Neste momento em que campanhas chegam ao silêncio obrigatório, os números revelam não apenas uma preferência, mas o peso simbólico de uma decisão coletiva prestes a se cristalizar nas urnas.
Na véspera do primeiro turno em Minas Gerais, o Datafolha divulgou seu último levantamento antes das urnas abertas no domingo, 4 de outubro. O retrato é de liderança folgada: o senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, reúne 53% dos votos válidos — percentual suficiente para vencer já na primeira rodada, sem necessidade de segundo turno.
A pesquisa, encomendada pela Globo e pela Folha de S.Paulo, ouviu presencialmente 2.010 eleitores mineiros com 16 anos ou mais nos dias 2 e 3 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais e 95% de confiança. O estudo foi registrado no TSE sob o número MG-06705/2026.
Atrás de Azevedo, o deputado federal Patrus Ananias (PT) aparece com 21% dos votos válidos, e o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) ocupa o terceiro lugar com 9%. Os demais candidatos dividem fatias menores: Mateus Simões (PSD) e Flávio Roscoe (PL) com 4% cada, Gabriel Azevedo (MDB) com 3%, Ben Mendes com 2%, e outros três candidatos com 1% cada.
Se os números se confirmarem nas urnas, Minas Gerais terá seu próximo governador definido em uma única votação — e o resultado será lido também como sinal das tendências políticas do estado em um contexto eleitoral de alcance nacional.
A última pesquisa Datafolha antes da votação em Minas Gerais, divulgada no sábado, 3 de outubro, aponta o senador Cleitinho Azevedo com uma vantagem expressiva na corrida pelo governo estadual. Entre os votos válidos — aqueles que excluem brancos, nulos e indecisos — Azevedo, do Republicanos, reúne 53% das intenções de voto, uma margem que o coloca em posição de vencer já no primeiro turno, marcado para o domingo seguinte.
O levantamento, encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo, entrevistou presencialmente 2.010 eleitores mineiros com 16 anos ou mais nos dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MG-06705/2026.
Atrás de Azevedo, o deputado federal Patrus Ananias, do PT, aparece com 21% dos votos válidos. O ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil, pelo PDT, ocupa a terceira posição com 9%. Os demais candidatos dividem o restante: Mateus Simões (PSD) com 4%, Flávio Roscoe (PL) também com 4%, Gabriel Azevedo (MDB) com 3%, Ben Mendes (Missão) com 2%, e os candidatos Henrique Áreas (PCO), Rafael Duda (PSTU) e Túlio Lopes (PCB) com 1% cada. Indira Xavier (UP) não registra intenção de voto nesta medição.
A possibilidade de eleição no primeiro turno depende de Azevedo manter a maioria dos votos válidos no domingo. Caso isso ocorra, não haverá necessidade de segundo turno, encerrando a disputa estadual em uma única votação. A pesquisa reflete o cenário político mineiro dias antes do pleito, oferecendo um retrato das preferências eleitorais no momento em que a campanha chega ao seu encerramento.
O resultado desta votação será observado não apenas como definidor do próximo governador de Minas Gerais, mas também como indicador das tendências políticas no estado em um contexto eleitoral mais amplo.
Citações Notáveis
O levantamento indica que o senador pode ser eleito já neste domingo— Datafolha