Em Pernambuco, o calendário eleitoral de 2026 começa a ganhar contornos concretos: o Instituto Datafolha divulga nesta quinta-feira a primeira pesquisa encomendada pela Rede Tribuna, medindo tanto a disputa pelo governo estadual quanto a corrida por duas vagas no Senado Federal. Antes mesmo de a campanha oficial começar, os números já revelam onde cada candidato está de pé — e onde ainda precisa construir chão.
Datafolha divulga primeira pesquisa para Governo de PE e Senado nesta quinta
Nove pré-candidatos em movimento para duas vagas
Por que essa pesquisa chega agora e não antes?
Porque estamos em 2026, e as eleições estão se aproximando. É o momento em que os institutos começam a medir sistematicamente o que os eleitores estão pensando.
Mas a gente sabe que pesquisa de intenção de voto tão cedo pode mudar muito. Isso é só um retrato do momento.
Três candidatos para o governo — isso significa que a disputa está bem aberta?
Esses três têm peso político real. Lyra é a incumbente, Campos tem base forte no Recife, e Moraes representa uma ala diferente do espectro político.
Mas a pesquisa não vai dizer se há outros nomes que ainda não entraram na corrida ou que estão ganhando força fora desses três.
E no Senado, nove pré-candidatos é muito?
Para duas vagas, sim. Significa que a disputa vai ser acirrada e que muita gente ainda está testando seu potencial eleitoral.
A questão é: quantos desses nove têm realmente viabilidade? A pesquisa vai mostrar números, mas não vai dizer quem vai desistir ou fazer coligações.
Qual é a importância de medir a aprovação de Raquel Lyra?
Porque a aprovação é um indicador de como ela chega à reeleição. Se está alta, ela tem vantagem. Se está baixa, abre espaço para os adversários.
Verdade. Mas aprovação de governador e intenção de voto para reeleição nem sempre andam juntas. Tem gente que aprova a gestão mas vota em outro.
O Pulso
- A largada simbólica de 2026 é dada hoje: pela primeira vez, dados concretos substituem especulações sobre quem lidera a corrida ao Palácio do Campo das Princesas.
- Raquel Lyra enfrenta o peso duplo de ser medida tanto como candidata à reeleição quanto como gestora — sua aprovação será exposta ao mesmo tempo que sua intenção de voto.
- João Campos, recém-saído do comando do Recife, entra na disputa com capital político acumulado, mas ainda sem ter sido testado em escala estadual por uma pesquisa independente.
- No Senado, nove pré-candidatos disputam atenção e visibilidade em um cenário fragmentado — e a pesquisa funcionará como um primeiro filtro implacável entre quem existe politicamente e quem ainda precisa se fazer conhecido.
- Os resultados chegam em duas ondas — ao meio-dia no Jornal da Tribuna e à noite no JT2 —, transformando a quinta-feira em um dia de leitura obrigatória para o campo político pernambucano.
Em Pernambuco, o calendário eleitoral de 2026 começa a ganhar contornos concretos: o Instituto Datafolha divulga nesta quinta-feira a primeira pesquisa encomendada pela Rede Tribuna, medindo tanto a disputa pelo governo estadual quanto a corrida por duas vagas no Senado Federal. Antes mesmo de a campanha oficial começar, os números já revelam onde cada candidato está de pé — e onde ainda precisa construir chão.
A Rede Tribuna encomendou ao Instituto Datafolha a primeira pesquisa eleitoral do ciclo 2026 em Pernambuco, e os números chegam nesta quinta-feira (28) em duas etapas: ao meio-dia, durante o Jornal da Tribuna 1ª Edição, e com mais detalhes à noite, no telejornal das 18h50.
Para o governo estadual, o levantamento coloca frente a frente três nomes que já movimentam os bastidores: a governadora Raquel Lyra (PSD), que busca a reeleição; João Campos (PSB), ex-prefeito do Recife; e Ivan Moraes (PSOL), ex-vereador. Além da intenção de voto, a pesquisa também traz dados sobre a aprovação e a avaliação geral da gestão Lyra — um retrato do terreno político sobre o qual a campanha vai se construir.
No Senado, o cenário é mais disperso. Pernambuco elegerá dois senadores, e pelo menos nove pré-candidatos já circulam pelos bastidores estaduais. Para muitos deles, esta será a primeira vez que um instituto independente medirá seu desempenho — e os números dirão quem já tem visibilidade suficiente para competir e quem ainda precisa se apresentar ao eleitorado.
A primeira pesquisa eleitoral do Instituto Datafolha encomendada pela Rede Tribuna chega nesta quinta-feira (28) com um mapeamento inicial da disputa que vai definir o próximo governo de Pernambuco e as duas cadeiras do estado no Senado Federal. Os números começam a circular ao meio-dia, durante o Jornal da Tribuna 1ª Edição, e serão publicados em seguida no Tribuna Online PE, com apresentação mais detalhada à noite no telejornal das 18h50.
Para o Executivo estadual, o levantamento mede a intenção de voto entre três nomes que já se movem pela disputa: a governadora Raquel Lyra, do PSD, que tenta a reeleição; João Campos, ex-prefeito do Recife e filiado ao PSB; e Ivan Moraes, ex-vereador pelo PSOL. Além de captar a preferência dos eleitores nas urnas, a pesquisa também traz um retrato da aprovação e da avaliação geral da gestão de Lyra no comando do estado — informações que ajudam a desenhar o terreno político em que a campanha vai se mover.
No Senado, o cenário é mais fragmentado. Os eleitores pernambucanos escolherão dois representantes para ocupar as vagas do estado na Casa Alta do Congresso Nacional, e pelo menos nove pré-candidatos já estão em movimento nos bastidores políticos estaduais. A pesquisa oferecerá o primeiro desempenho medido de cada um deles nessa corrida, permitindo uma leitura inicial de quem consegue sair na frente e quem ainda precisa construir visibilidade.
Citações Notáveis
A pesquisa revela o índice de aprovação e a avaliação geral da gestão de Raquel Lyra no comando do estado— Instituto Datafolha / Rede Tribuna