Em momentos de disputa eleitoral, os números se tornam espelhos imperfeitos de uma vontade coletiva em constante movimento. O Datafolha divulga nesta quinta-feira nova rodada de pesquisa de intenção de voto para a presidência e cinco estados, realizada entre 28 de setembro e 1º de outubro com 2.506 entrevistados — um retrato do que o eleitorado brasileiro pensava naquele instante preciso. A rodada anterior havia colocado Lula e Flávio Bolsonaro separados por apenas quatro pontos no primeiro turno, dentro da margem de erro, sinalizando uma disputa ainda aberta ao imprevisto.
Datafolha divulga nova pesquisa sobre intenção de voto nesta quinta
Pesquisas funcionam como termômetro, não previsão
Por que o Datafolha divulga essas pesquisas com tanta frequência? Qual é o propósito?
Servem como termômetro do momento. Eleitores mudam de ideia, campanhas ganham ou perdem força. Pesquisas regulares mostram essas oscilações em tempo real.
Mas a margem de erro é de dois pontos. Na pesquisa anterior, Lula tinha 40% e Bolsonaro 36% — uma diferença de quatro pontos. Tecnicamente dentro da margem, mas ainda assim uma vantagem. Quanto disso é real e quanto é ruído?
A transmissão ao vivo com comentaristas — isso é comum?
Sim. Ajuda a contextualizar os números. Luciana Chong é diretora do instituto, então ela explica a metodologia. Mônica Bergamo e Bruno Boghossian trazem perspectiva jornalística sobre o que os dados significam politicamente.
Mas há um risco aí. Quando o próprio instituto que fez a pesquisa a comenta em tempo real, há espaço para enquadramento. Os números são os números, mas a narrativa em torno deles pode variar.
Dois mil e quinhentos entrevistados é uma amostra grande?
É razoável para uma pesquisa nacional. Permite capturar tendências com precisão aceitável.
Verdade, mas é importante lembrar que essa amostra está distribuída entre seis disputas diferentes — presidencial e cinco estaduais. Quando você divide a amostra, a margem de erro em cada estado pode ser maior que os dois pontos percentuais anunciados.
O que muda entre uma pesquisa e outra em uma semana?
Tudo. Declarações de candidatos, notícias sobre economia, eventos inesperados. Política é fluida.
Ou nada muda, e você está vendo variação estatística normal. Sem ver os números específicos desta semana, não sabemos se houve movimento real ou apenas flutuação dentro da margem de erro.
El Pulso
- A corrida presidencial permanece tecnicamente empatada: Lula com 40% e Flávio Bolsonaro com 36% no primeiro turno, diferença que cabe dentro da margem de erro de dois pontos.
- No cenário de segundo turno, o empate se aprofunda — 47% para Lula e 45% para o senador do PL —, revelando um eleitorado dividido e ainda em definição.
- O novo levantamento, conduzido entre 28 de setembro e 1º de outubro, captura um momento específico da campanha e pode refletir movimentos recentes no debate eleitoral.
- Além da disputa presidencial, a pesquisa abrange as corridas estaduais em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco e Distrito Federal, ampliando o panorama político.
- Os resultados serão analisados ao vivo às 19h com a diretora do Datafolha, Luciana Chong, e os colunistas Mônica Bergamo e Bruno Boghossian, oferecendo contexto além dos números brutos.
Em momentos de disputa eleitoral, os números se tornam espelhos imperfeitos de uma vontade coletiva em constante movimento. O Datafolha divulga nesta quinta-feira nova rodada de pesquisa de intenção de voto para a presidência e cinco estados, realizada entre 28 de setembro e 1º de outubro com 2.506 entrevistados — um retrato do que o eleitorado brasileiro pensava naquele instante preciso. A rodada anterior havia colocado Lula e Flávio Bolsonaro separados por apenas quatro pontos no primeiro turno, dentro da margem de erro, sinalizando uma disputa ainda aberta ao imprevisto.
O Datafolha divulga nesta quinta-feira nova pesquisa de intenção de voto, cobrindo tanto a disputa presidencial quanto as eleições estaduais em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco e Distrito Federal. Os resultados serão apresentados em live às 19h, com a diretora do instituto, Luciana Chong, ao lado da colunista Mônica Bergamo e do diretor da sucursal de Brasília, Bruno Boghossian.
A rodada anterior, divulgada em 24 de setembro, havia mostrado Lula com 40% e Flávio Bolsonaro com 36% no primeiro turno — quatro pontos de diferença que se enquadram dentro da margem de erro. No segundo turno, o quadro era de empate técnico: 47% para o presidente e 45% para o senador do PL.
O novo levantamento foi realizado entre 28 de setembro e 1º de outubro, com 2.506 entrevistados e margem de erro máxima de dois pontos percentuais. Registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-08039/2026, o estudo representa um instantâneo da opinião pública naquele período — não uma previsão do resultado final, mas um termômetro de um eleitorado ainda em movimento.
O instituto Datafolha divulga nesta quinta-feira uma nova rodada de pesquisa sobre intenção de voto, desta vez abrangendo a disputa presidencial e as corridas estaduais em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco e Distrito Federal. Os números serão apresentados em transmissão ao vivo a partir das 19h, com participação da diretora do instituto, Luciana Chong, acompanhada pela colunista Mônica Bergamo e pelo diretor da sucursal de Brasília, Bruno Boghossian.
O levantamento anterior, divulgado em 24 de setembro, havia mostrado o presidente Lula com 40% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro, do PL, aparecia com 36%. A diferença de quatro pontos permanecia dentro da margem de erro da pesquisa. No cenário de segundo turno, os dois candidatos apresentavam empate técnico: Lula com 47% e o senador com 45%.
Esta nova rodada foi conduzida entre 28 de setembro e 1º de outubro, período que captura um momento específico do debate eleitoral. O instituto entrevistou 2.506 pessoas, estabelecendo uma margem de erro máxima de dois pontos percentuais. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-08039/2026, seguindo os procedimentos de transparência exigidos pela legislação.
É importante notar que pesquisas eleitorais funcionam como termômetros da opinião pública no momento em que são realizadas, não como previsões do resultado final das eleições. Os números refletem o que os eleitores pensavam durante aquele período específico, sujeitos a mudanças conforme a campanha avança e novos eventos ocorrem. A transmissão ao vivo desta quinta-feira oferecerá análise dos resultados e contexto sobre o que os dados revelam sobre o cenário político atual.
Citas Notables
Os dados de levantamentos eleitorais não devem ser compreendidos como previsões para o resultado final das eleições. Eles servem de termômetro para a opinião de eleitores no momento em que a pesquisa é feita.— Datafolha