Datafolha: Cleitinho lidera com 53% dos votos válidos em Minas Gerais

Cleitinho está bem acima do patamar necessário para vencer sem segundo turno
O senador marca 53% dos votos válidos, superando os 50% mais um voto exigido pela lei eleitoral.
Mark

Como uma pesquisa com 2 mil pessoas consegue representar todo um estado?

Mimi

O Datafolha usa metodologia estatística — com essa amostra e margem de erro de 2 pontos, há 95% de confiança de que os números reais estão próximos aos divulgados. Não é perfeito, mas é o padrão usado pela Justiça Eleitoral.

Luke

Certo, mas 39% indecisos na espontânea é bastante. Isso significa que quase 4 em cada 10 pessoas não conseguem nomear um candidato sem ajuda. Cleitinho tem nome forte, mas há muito voto ainda em movimento.

Mark

Por que contar votos válidos separado de votos totais?

Mimi

Porque é assim que a lei funciona. Brancos e nulos não contam para ninguém — então se você quer saber se alguém vence no primeiro turno, você olha só para quem realmente votou em um candidato.

Luke

Exato. E note: com votos totais, Cleitinho cai de 53% para 44%. Isso não é uma diferença pequena. Se muita gente votar em branco ou nulo, ou se os indecisos não comparecerem, o cenário muda.

Mark

Patrus subiu de 16% para 21% em dois dias. Isso é movimento real ou margem de erro?

Mimi

Pode ser os dois. Dois pontos de margem de erro significa que qualquer movimento menor que isso é estatisticamente incerto. Mas 5 pontos é maior que a margem, então há algo acontecendo.

Luke

Verdade, mas também é uma amostra pequena — 2 mil pessoas em um estado inteiro. Mudanças rápidas podem refletir flutuação da amostra tanto quanto mudança real de preferência. Precisaríamos de mais pesquisas para confirmar a tendência.

Mark

Cleitinho vence no segundo turno contra qualquer um?

Mimi

Segundo essa pesquisa, sim. Contra Patrus ou Kalil, ele marca 60% em ambos os cenários. É uma vantagem clara.

Luke

Mas lembre-se: segundo turno é outro jogo. Dinâmica muda, campanha muda, coligações mudam. Essa simulação é baseada em como as pessoas estão pensando agora, em outubro. Muito pode acontecer.

  • Com 53% dos votos válidos, Cleitinho Azevedo ultrapassa o limiar necessário para vencer no primeiro turno, tornando a ida ao segundo turno cada vez mais improvável.
  • Patrus Ananias, do PT, e Alexandre Kalil, do PDT, somados não chegam a um terço dos votos válidos, revelando uma fragmentação severa da oposição.
  • Em simulações de segundo turno, Cleitinho venceria qualquer adversário com 60% dos votos totais, sinalizando que sua liderança não é conjuntural, mas estrutural.
  • A comparação com a pesquisa anterior — quando marcava 40% — indica movimento acelerado de consolidação em torno do candidato do Republicanos nos últimos dias.
  • Com 11% de indecisos ainda no total geral, permanece uma margem de incerteza, mas o cenário atual aponta para uma vitória expressiva e antecipada.

Em Minas Gerais, o senador Cleitinho Azevedo emerge como figura dominante na corrida ao governo estadual, carregando consigo 53% dos votos válidos segundo o Datafolha — margem suficiente para encerrar a disputa já no primeiro turno. Num estado historicamente marcado por eleições disputadas, os números sugerem uma consolidação rara em torno de um único nome, enquanto adversários como Patrus Ananias e Alexandre Kalil permanecem distantes. A pesquisa, realizada às vésperas do pleito de outubro de 2026, oferece um retrato de um eleitorado que parece ter feito sua escolha antes mesmo do último debate.

O senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, lidera com folga a disputa pelo governo de Minas Gerais, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado. Entre os votos válidos, ele marca 53% — patamar que o coloca acima do necessário para vencer no primeiro turno, já que bastam 50% mais um voto para evitar o segundo turno.

O deputado federal Patrus Ananias, do PT, ocupa a segunda posição com 21% dos votos válidos, seguido por Alexandre Kalil, do PDT, com 9%. Os demais candidatos — entre eles o governador em exercício Mateus Simões e o empresário Flávio Roscoe — não passam de 4% cada. Quando se incluem brancos, nulos e indecisos no cômputo geral, Cleitinho cai para 44%, mas mantém ampla vantagem.

O levantamento ouviu 2.010 eleitores entre sexta-feira e sábado, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Folha e pela Globo e está registrada no TSE sob o número MG-06705/2026.

Em simulações de segundo turno, Cleitinho venceria Patrus com 60% a 25% e Kalil com 60% a 24%, consolidando uma vantagem que vai além da conjuntura imediata. Na pesquisa espontânea, sem apresentação prévia dos nomes, ele aparece com 29% — mais que o dobro de Patrus, que marca 11%. A comparação com a pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira, reforça a tendência: Cleitinho subiu de 40% para 44% no total geral, enquanto a oposição permanece fragmentada.

O senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, aparece em posição dominante na disputa pelo governo de Minas Gerais, segundo levantamento do Datafolha divulgado no sábado. Entre os votos válidos — aqueles que efetivamente contam para a eleição, excluindo brancos, nulos e indecisos — ele marca 53%, uma margem que o coloca à beira da vitória em primeiro turno. Para vencer sem ir ao segundo turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um; Cleitinho está bem acima desse patamar.

O deputado federal Patrus Ananias, do PT e ex-prefeito de Belo Horizonte, ocupa a segunda posição com 21% dos votos válidos. Alexandre Kalil, também ex-prefeito da capital mineira e filiado ao PDT, aparece em terceiro com 9%. O empresário Flávio Roscoe, do PL, e o governador em exercício Mateus Simões, do PSD, dividem a quarta colocação com 4% cada. Gabriel Azevedo, do MDB, tem 3%, enquanto Ben Mendes, da Missão, marca 2%. Os demais candidatos — Túlio Lopes do PCB, Rafael Duda do PSTU e Henrique Áreas do PCO — ficam com 1% cada um. Indira Xavier, da UP, foi citada mas não alcançou 1%.

O instituto ouviu 2.010 eleitores com 16 anos ou mais entre sexta-feira e sábado, em abordagem presencial. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Folha e pela Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MG-06705/2026.

Quando se considera o total de votos, incluindo brancos e nulos, o quadro muda ligeiramente. Cleitinho cai para 44%, Patrus para 18% e Kalil para 8%. Roscoe mantém 4%, enquanto Simões e Gabriel Azevedo ficam com 3% cada. Os demais candidatos seguem com 1%. Brancos e nulos somam 6% do total, enquanto 11% dos entrevistados ainda estão indecisos. Comparando com a pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira, Cleitinho havia marcado 40%, Patrus 16% e Kalil 11% — indicando movimento de consolidação em torno do candidato do Republicanos.

Em simulações de segundo turno, Cleitinho mantém sua vantagem. Num confronto direto contra Patrus, venceria com 60% dos votos totais contra 25%, com 7% indecisos e 8% votando em branco ou nulo. Contra Kalil, o cenário é semelhante: 60% para Cleitinho contra 24% para o ex-prefeito, com 9% de brancos ou nulos e 7% indecisos.

Na pesquisa espontânea — em que os nomes dos candidatos não são apresentados previamente aos entrevistados — Cleitinho aparece com 29%, Patrus com 11% e Kalil com 3%. Simões, Roscoe e Gabriel Azevedo marcam 1% cada. Eleitores que afirmam votar no PT ou no candidato petista também somam 1%, assim como aqueles que mencionam o ex-governador Romeu Zema. Outras respostas chegam a 7%, brancos ou nulos a 5%, e 39% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder espontaneamente.

O levantamento aponta para a possibilidade de vitória do candidato no primeiro turno
— Datafolha
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