Datafolha: Cleitinho lidera com 40% na disputa pelo governo de Minas

Cleitinho vence qualquer um nos cenários de segundo turno
Pesquisa mostra Cleitinho com 57% contra Kalil e 60% contra Patrus em possíveis decisões.
Mark

Por que essa pesquisa importa agora, em setembro? Ainda faltam meses para a eleição.

Mimi

Porque mostra a trajetória. Cleitinho subiu de 37% para 40% em duas semanas. Isso não é ruído — é consolidação. E nos cenários de segundo turno, ele vence qualquer um.

Luke

Mas a pesquisa espontânea diz algo diferente. Quando você não mostra os nomes, ele cai para 26% e a indecisão sobe para 46%. Isso significa que metade dos eleitores ainda não tem opinião formada.

Mimi

Verdade. Mas o ponto é que quando eles veem o nome dele, escolhem Cleitinho. Isso sugere reconhecimento e preferência.

Mark

E Patrus? Ele está crescendo também — de 13% para 15%.

Mimi

Está, mas sai atrás. E tem um problema: é o mais rejeitado. Trinta e dois por cento dos eleitores dizem que não votariam nele em hipótese alguma.

Luke

Espera. A rejeição de Patrus subiu de 30% para 32%. Mas a rejeição de Cleitinho caiu de 15% para 14%. Isso é movimento real ou variação dentro da margem de erro de três pontos?

Mark

Boa pergunta. Como você sabe?

Luke

Você não sabe com certeza. A margem de erro cobre essas mudanças pequenas. O que é sólido é a diferença grande: Cleitinho com 40%, Patrus com 15%. Isso é real.

Mimi

E o governo Simões? A aprovação subiu. Isso ajuda Cleitinho ou atrapalha?

Mark

Depende. Se as pessoas aprovam o governo, podem votar no candidato que o governo apoia. Mas também podem querer mudança.

Luke

A pesquisa não diz quem o governo está apoiando. Você está assumindo. O que sabemos é que 41% aprovam e 33% desaprovam. O resto não sabe ou não tem opinião clara.

  • Cleitinho Azevedo sobe de 37% para 40% em apenas 13 dias, sinalizando uma consolidação que vai além da margem de erro e pressiona os adversários a repensarem suas estratégias.
  • Patrus Ananias cresce discretamente para 15%, mas carrega o maior índice de rejeição da disputa — 32% dos eleitores dizem que jamais votariam nele, uma contradição que pode definir seu teto eleitoral.
  • Alexandre Kalil recua de 11% para 9%, perdendo espaço num campo político já fragmentado, enquanto os demais candidatos somados mal chegam a 20% das intenções.
  • Nos dois cenários de segundo turno testados, Cleitinho vence com folga — 57% contra Kalil e 60% contra Patrus —, o que transforma sua liderança de fato em vantagem estrutural.
  • A aprovação do governador Mateus Simões sobe de 37% para 41%, enquanto os indecisos caem de 53% para 46% na pesquisa espontânea, indicando que o eleitorado mineiro está, lentamente, fazendo suas escolhas.

Em Minas Gerais, a corrida pelo governo estadual começa a ganhar contornos mais definidos: o senador Cleitinho Azevedo consolida uma liderança que vai além dos números, revelando um eleitorado que, mesmo diante de muitas opções, já encontrou seu centro de gravidade. A pesquisa Datafolha, realizada entre 22 e 24 de setembro com 1.204 eleitores, não apenas registra preferências — ela mapeia o estado de espírito de um estado que, historicamente, define tendências nacionais.

Uma pesquisa Datafolha encomendada pela Globo e pela Folha de São Paulo, divulgada na quinta-feira (24), revela que Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera com folga a disputa pelo governo de Minas Gerais. Com 40% das intenções de voto na pesquisa estimulada — três pontos a mais do que na medição anterior, de 11 de setembro —, o senador se distancia do segundo colocado, Patrus Ananias (PT), que aparece com 15%. Alexandre Kalil (PDT) recua para 9%, enquanto os demais candidatos somam menos de 20% entre si. O levantamento ouviu 1.204 eleitores e tem margem de erro de três pontos percentuais.

Quando se consideram apenas os votos válidos, a liderança de Cleitinho se torna ainda mais expressiva: 49% contra 18% de Patrus. Na pesquisa espontânea, em que os nomes não são sugeridos, ele mantém a dianteira com 26%, mas quase metade do eleitorado — 46% — ainda não declarou preferência, embora esse índice tenha caído em relação aos 53% registrados anteriormente.

Os dados de rejeição acrescentam uma camada importante à leitura da disputa. Patrus é o candidato mais rejeitado, com 32% dos eleitores afirmando que não votariam nele em hipótese alguma. Cleitinho, por outro lado, tem a menor rejeição entre os principais nomes — apenas 14% —, o que reforça sua posição como candidato com maior apelo transversal.

Nos cenários de segundo turno, Cleitinho vence com conforto: 57% a 26% contra Kalil, e 60% a 23% contra Patrus. Em paralelo, a aprovação do governador Mateus Simões (PSD) subiu de 37% para 41%, com queda na desaprovação de 38% para 33%, sugerindo um ambiente político levemente mais favorável ao campo situacionista. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-07400/2026.

Uma pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira (24 de setembro) encomendada pela Globo e pela Folha de São Paulo traça o panorama da corrida pelo governo de Minas Gerais. O levantamento entrevistou 1.204 eleitores entre 22 e 24 de setembro, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

Cleitinho Azevedo, do Republicanos, emerge como favorito claro no primeiro turno. Na pesquisa estimulada — aquela em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados — ele alcança 40% das intenções de voto, ampliando sua vantagem em relação à medição anterior de 11 de setembro, quando estava em 37%. Patrus Ananias, do PT, aparece em segundo lugar com 15%, também em crescimento (era 13% na pesquisa anterior). Alexandre Kalil, do PDT, recua de 11% para 9%. Os demais candidatos — Mateus Simões (PSD) com 5%, Flávio Roscoe (PL) com 5%, Gabriel (MDB) com 3% — ocupam posições bem mais distantes. Nove por cento dos eleitores indicam voto em branco ou nulo, enquanto 10% permanecem indecisos.

Quando se consideram apenas os votos válidos, excluindo brancos, nulos e indecisos, a liderança de Cleitinho se torna ainda mais pronunciada: 49% contra 18% de Patrus. Kalil fica com 11%, enquanto Simões e Roscoe dividem 6% cada um. Na pesquisa espontânea, em que os nomes não são sugeridos aos entrevistados, o quadro muda significativamente. Cleitinho mantém a dianteira com 26%, mas a indecisão salta para 46% — queda em relação aos 53% registrados em 11 de setembro. Patrus aparece com 8%, Kalil com 3%, e Mateus Simões com 2%.

Os índices de rejeição revelam dinâmica distinta da intenção de voto. Patrus Ananias é o candidato mais rejeitado, com 32% dos eleitores dizendo que não votariam nele de jeito nenhum — aumento de dois pontos em relação à pesquisa anterior. Kalil é rejeitado por 24%, Roscoe por 16%, Simões por 15%, e Cleitinho por apenas 14%, o que reforça sua posição de candidato com menor rejeição entre os principais nomes.

Nos dois cenários de segundo turno testados, Cleitinho vence com margem confortável. Contra Kalil, ele obtém 57% contra 26%, com 11% de votos em branco ou nulo e 6% indecisos. No confronto com Patrus, a vantagem é ainda maior: 60% para Cleitinho contra 23% para o petista, com 10% de brancos/nulos e 7% indecisos. Em ambos os casos, sua posição se fortaleceu em relação à medição de 13 dias antes.

A aprovação do governo de Mateus Simões, atual governador, também apresenta movimento positivo. Quarenta e um por cento dos eleitores aprovam sua gestão, ante 37% na pesquisa anterior, enquanto a desaprovação caiu de 38% para 33%. Na avaliação qualitativa do governo, 43% o consideram regular, 20% o avaliam como ótimo ou bom, e 16% como ruim ou péssimo. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-07400/2026.

Cleitinho lidera no primeiro turno e nos dois cenários de segundo turno avaliados
— Pesquisa Datafolha
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