Datafolha: Campos lidera com 50% contra 38% de Raquel Lyra em PE

Campos amplia vantagem a 12 pontos sobre Lyra
Pesquisa Datafolha mostra prefeito do Recife com 50% contra 38% da governadora na disputa pelo governo estadual.
Mark

Por que essa pesquisa importa agora, em abril, se a eleição ainda está meses adiante?

Mimi

Porque ela marca o ponto de partida real da campanha. Campos sai de fevereiro com 47% e chega a 50% — é crescimento, mas modesto. Lyra também cresce. O que importa é que ninguém está desabando nem decolando. A corrida está aberta.

Mark

Campos já é prefeito do Recife. Isso não deveria lhe dar uma vantagem automática?

Mimi

Deveria, e parece estar dando. Mas 50% em abril não é 50% em outubro. Ele precisa convencer mais gente de que está pronto para o estado inteiro, não só para a capital.

Mark

E Lyra? Ela é governadora. Por que está atrás?

Mimi

Porque governar é mais difícil que prometer. Ela tem que responder por tudo que deu errado nos últimos anos. Campos ainda tem a liberdade de criticar sem ter que se defender de sua própria gestão estadual.

Mark

Esses 3% de Eduardo Moura e 2% de Ivan Moraes — eles importam?

Mimi

Importam se a eleição for apertada. Mas com 12 pontos de diferença, Campos pode perder metade desses votos e ainda vence. O que importa mesmo é se Lyra consegue crescer mais rápido que ele nos próximos meses.

Mark

O segundo turno hipotético mostra Campos com 52% contra 42%. Por que essa margem fica menor que os 50% contra 38% do primeiro turno?

Mimi

Porque no segundo turno, os votos dos candidatos menores migram. Alguns dos 3% de Moura e 2% de Moraes vão para Lyra, não para Campos. Mas ele ainda sai na frente.

  • Campos chega a 50% das intenções de voto, ultrapassando a marca simbólica da maioria absoluta já no primeiro turno hipotético.
  • Lyra avança três pontos desde fevereiro, mas a distância de 12 pontos para Campos permanece intacta — o esforço existe, mas o terreno não cede.
  • Em um eventual segundo turno, a vantagem de Campos se mantém firme em 10 pontos (52% a 42%), sinalizando que sua liderança resiste à polarização direta.
  • Com apenas 1% de indecisos e 6% de brancos ou nulos, o eleitorado pernambucano já demonstra posições bastante definidas a mais de um ano da eleição.

No estado de Pernambuco, a disputa pelo governo em 2026 começa a ganhar contornos mais nítidos: o prefeito do Recife, João Campos, consolida sua liderança com metade das intenções de voto, enquanto a governadora Raquel Lyra avança, mas sem fechar a distância. A pesquisa Datafolha, divulgada em abril, não apenas fotografa um momento — ela revela a tensão entre o poder que se exerce e o poder que se aspira, numa democracia onde cada ponto percentual carrega o peso de escolhas coletivas ainda por fazer.

Uma pesquisa Datafolha divulgada em abril revelou João Campos com 50% das intenções de voto para o governo de Pernambuco, contra 38% da governadora Raquel Lyra — uma vantagem de 12 pontos que consolida o prefeito do Recife como favorito na disputa estadual. O levantamento ouviu 1.022 eleitores entre 13 e 15 de abril, com margem de erro de 3 pontos percentuais.

Em relação à pesquisa anterior, de fevereiro, os dois candidatos cresceram na mesma proporção: Campos foi de 47% para 50%, e Lyra de 35% para 38%. O avanço paralelo mantém a distância entre eles praticamente estável, sugerindo que ambos capturam novos eleitores sem que nenhum consiga romper o equilíbrio relativo da corrida.

Num cenário hipotético de segundo turno, Campos chegaria a 52% contra 42% de Lyra — margem que reforça sua posição mesmo numa disputa polarizada entre os dois nomes principais. Os demais candidatos somam pouco: Eduardo Moura, do Novo, aparece com 3%, e Ivan Moraes, do PSOL, com 2%. O índice de indecisos é de apenas 1%, indicando que o eleitorado já demonstra posições bastante definidas a mais de um ano da eleição.

Uma pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira mostrou João Campos ampliando sua vantagem na disputa pelo governo de Pernambuco. O atual prefeito do Recife, filiado ao PSB, aparece com 50% das intenções de voto, enquanto a governadora Raquel Lyra, do PSD, registra 38% — uma diferença de 12 pontos percentuais que consolida sua posição de favorito na corrida estadual.

O levantamento ouviu 1.022 eleitores entre 13 e 15 de abril, com margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, em nível de confiança de 95%. Além dos dois principais candidatos, Eduardo Moura, do Novo, aparece com 3% das intenções de voto, enquanto Ivan Moraes, do PSOL, registra 2%. Votos em branco ou nulo somam 6%, e apenas 1% dos entrevistados se declarou indeciso.

Comparado ao levantamento anterior, realizado em fevereiro, o cenário se movimentou de forma equilibrada. Campos cresceu três pontos percentuais — saiu de 47% para 50% — enquanto Lyra também avançou três pontos, passando de 35% para 38%. Essa trajetória paralela mantém a distância entre eles praticamente estável, sugerindo que ambos estão capturando novos eleitores na mesma proporção.

Em um cenário de segundo turno hipotético, a vantagem de Campos se amplia ligeiramente. Nesse caso, ele chegaria a 52% das intenções de voto contra 42% de Lyra, uma margem de 10 pontos que reforça sua posição mesmo em uma polarização entre os dois principais nomes. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob os códigos PE-04713/2026 e BR 01221/2026.

Os números refletem um cenário em que Campos mantém a iniciativa na campanha, enquanto Lyra busca recuperar terreno nos meses que antecedem a eleição. A dinâmica entre os dois candidatos seguirá sendo o foco das próximas pesquisas, especialmente conforme a campanha se intensifica e novos eventos políticos moldam as preferências dos eleitores pernambucanos.

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