A menos de dois anos das eleições estaduais no Rio de Janeiro, uma pesquisa Datafolha revela Eduardo Paes em posição de rara dominância: 41% das intenções de voto, 22 pontos à frente do segundo colocado. O levantamento não apenas retrata um favoritismo — ele sugere uma reconfiguração mais profunda das forças políticas fluminenses, onde o equilíbrio histórico entre candidatos parece ter cedido lugar a uma assimetria pronunciada. O tempo, sempre imprevisível, ainda pode reescrever esse roteiro, mas os números de agosto falam com clareza.