A duas semanas do primeiro turno, a disputa presidencial brasileira de 2026 chegou a um ponto de equilíbrio que raramente se vê tão próximo do desfecho: Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados tanto nas intenções de voto quanto nos índices de rejeição, segundo o Datafolha. O que era uma vantagem de dez pontos para o presidente em junho se dissolveu, semana a semana, até se tornar uma diferença que a margem de erro apaga. Quando quase metade do eleitorado rejeita cada um dos dois candidatos, a eleição deixa de ser uma conquista de corações e passa a ser uma batalha de mobilizaçã