Em setembro de 2026, o Brasil contempla uma disputa presidencial que espelha sua própria divisão interna: a pesquisa Datafolha revela Lula e Flávio Bolsonaro separados por apenas três pontos percentuais no primeiro turno, configurando o que estudiosos chamam de empate técnico. A trajetória ascendente de Flávio sugere que o campo bolsonarista encontrou coesão, enquanto o segundo turno — com 46% contra 44% — aponta para uma das margens mais estreitas da história democrática recente do país. O que está em jogo não é apenas uma eleição, mas o espelho de uma nação ainda à procura de consenso.