Dallagnol lidera corrida ao Senado no Paraná com 21%, aponta Real Time Big Data

Quem lidera está impedido de fazer campanha
Deltan Dallagnol lidera com 21% das intenções de voto, mas recebeu punição do TSE que o proíbe de atuar na campanha.
Mark

Como é possível alguém liderar uma corrida eleitoral se está impedido de fazer campanha?

Mimi

É exatamente o paradoxo aqui. Dallagnol tem 21% porque já é uma figura conhecida, ex-procurador da Lava Jato. Mas o TSE o puniu, então ele não pode estar nas ruas, em eventos, fazendo o que normalmente um candidato faz.

Luke

E essa punição — ela é definitiva ou ele realmente pode reverter?

Mimi

A reportagem diz que ele "ainda tenta reverter a situação", mas não especifica qual é o processo ou as chances reais.

Luke

Então não sabemos se essa liderança dele é sólida ou se é um número que pode desaparecer completamente.

Mark

E se ele conseguir reverter?

Mimi

Aí ele entra de verdade na campanha com 21% já consolidados. Seria uma vantagem enorme.

Mark

Mas se não conseguir?

Mimi

Curi e Barros, que estão com 19% cada, viram os principais competidores. Estão empatados, então qualquer movimento de campanha pode mudar isso.

Luke

Dois pontos de margem de erro — então tecnicamente Dallagnol poderia estar empatado com os dois também.

Mimi

Verdade. O cenário é bem mais aberto do que os números parecem sugerir.

Mark

E Gleisi, com 16%, tem chance real?

Mimi

Ela está na briga pela segunda vaga, mas com uma diferença maior. Cristina Graeml, com 12%, também está nessa disputa.

  • Dallagnol lidera com 21%, mas uma punição do TSE o impede de fazer campanha, criando um vácuo incomum no topo da corrida eleitoral.
  • Curi (Republicanos) e Barros (PL) estão tecnicamente empatados com 19% cada e emergem como os verdadeiros protagonistas ativos da disputa pela primeira vaga.
  • Gleisi Hoffmann (PT) aparece com 16% e mantém pressão pela segunda vaga, enquanto Cristina Graeml (PSD) soma 12% e Dr. Rosinha (PT) fica com 7%.
  • A margem de erro de dois pontos percentuais torna qualquer liderança frágil, e as próximas semanas podem redesenhar completamente o cenário.
  • Tudo depende de uma decisão judicial: se Dallagnol reverter sua punição, a dinâmica muda; se não, a batalha entre Curi e Barros se intensifica sem freios.

No Paraná, a corrida ao Senado revela uma das contradições mais instigantes da democracia contemporânea: o candidato que lidera as intenções de voto está, por decisão judicial, impedido de fazer campanha. Deltan Dallagnol, com 21% das preferências, ocupa o topo de uma disputa que ele não pode, por ora, disputar abertamente. Enquanto o ex-procurador tenta reverter sua punição no TSE, Alexandre Curi e Filipe Barros — empatados com 19% cada — avançam livremente, lembrando que nas democracias o poder de agir muitas vezes pesa mais do que o de inspirar.

A disputa pelo Senado no Paraná vive um paradoxo raro: o líder nas pesquisas não pode fazer campanha. Segundo levantamento da Real Time Big Data divulgado em 2 de outubro, Deltan Dallagnol, do Novo, aparece na frente com 21% das intenções de voto. O ex-procurador da Lava Jato foi punido pelo Tribunal Superior Eleitoral e segue proibido de atuar na campanha, embora ainda tente reverter a decisão.

Com Dallagnol em compasso de espera judicial, Alexandre Curi (Republicanos) e Filipe Barros (PL) surgem como os principais competidores reais — ambos com 19%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa ouviu 1.600 eleitores em todas as regiões do estado entre 28 de setembro e 1º de outubro, com intervalo de confiança de 95%.

Na briga pela segunda vaga, Gleisi Hoffmann (PT) marca 16%, seguida por Cristina Graeml (PSD) com 12% e Dr. Rosinha (PT) com 7%. Os demais candidatos não pontuaram de forma relevante.

O cenário permanece aberto em duas frentes: se Dallagnol conseguir reverter sua punição, retoma a campanha como favorito; se não, Curi e Barros — hoje empatados — travam uma disputa sem restrições que pode redefinir a corrida nas semanas finais.

A disputa pelo Senado no Paraná apresenta um quadro paradoxal: quem lidera nas intenções de voto está impedido de fazer campanha. Segundo pesquisa da Real Time Big Data divulgada na quinta-feira 2 de outubro, Deltan Dallagnol, do Novo, aparece na frente com 21% das preferências dos eleitores. O ex-procurador da Lava Jato, porém, recebeu punição do Tribunal Superior Eleitoral e segue proibido de atuar na campanha, embora ainda tente reverter essa decisão.

O cenário deixa em aberto quem efetivamente disputará a primeira vaga. Alexandre Curi, pelo Republicanos, e Filipe Barros, pelo PL, estão tecnicamente empatados com 19% cada um — uma diferença dentro da margem de erro. Ambos emergem como os principais competidores reais neste momento, já que podem fazer campanha sem restrições. A pesquisa foi conduzida entre 28 de setembro e 1º de outubro, entrevistando 1.600 eleitores distribuídos por todas as regiões do estado. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Na briga pela segunda vaga, Gleisi Hoffmann, do PT, aparece com 16% das intenções. Cristina Graeml, pelo PSD, soma 12%, enquanto Dr. Rosinha, também do PT, fica com 7%. Os demais candidatos — Karen Guerreiro (Missão) com 1%, Joaquim do MLB (UP) e Marcelo Marcelino (PCO) — não pontuaram significativamente. Nulo e branco somam 2%, enquanto 3% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

O que torna a corrida particularmente incerta é justamente essa sobreposição de cenários. Se Dallagnol conseguir reverter sua punição, ele mantém a liderança. Se não conseguir, a disputa se concentra entre Curi e Barros, dois candidatos que hoje estão tecnicamente empatados e que poderão intensificar suas campanhas sem as limitações que cercam o ex-procurador. A pesquisa, registrada sob o número PR-04002/2026, oferece um retrato do momento, mas deixa claro que as próximas semanas podem trazer mudanças significativas — tanto pela possível reversão da punição de Dallagnol quanto pela dinâmica natural de uma campanha em andamento.

O ex-procurador da Lava Jato foi punido pelo Tribunal Superior Eleitoral e está impedido de fazer campanha
— Real Time Big Data
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